Vitória, lida pelo urbanismo.
O que o Renato defende sobre a cidade de agora: 148 teses em 11 temas, tiradas das colunas em A Gazeta, com o bairro de que cada uma fala.
Vitória, lida pelo urbanismo.
Não é história: é o que o Renato defende sobre a cidade de agora, tese a tese, tirado das colunas em A Gazeta. 148 teses em 11 temas.
Planejamento urbano
O Centro nunca precisou de poesia; precisava de engenharia urbana, jurídica e financeira. O ReAC é isso.
O Centro de Vitória deixou de ser poesia →A prefeitura não vai tomar seu imóvel: fechado não é abandonado; arrecadação exige abandono verdadeiro e devido processo.
O Centro de Vitória deixou de ser poesia →Transferência do Potencial Construtivo transforma limitação urbanística em valor econômico (ZEIU 1, 100%).
O Centro de Vitória deixou de ser poesia →Preservar não é embalsamar; prédio novo não é inimigo do patrimônio, prédio ruim é.
O Centro de Vitória deixou de ser poesia →
Urbanismo
Toda cidade se constrói sobre camadas do que existiu antes; cidade nunca fica pronta.
No lugar do templo, foi construída uma catedral →A pergunta não é se a cidade vai crescer, é como.
No lugar do templo, foi construída uma catedral →Urbanismo gentil: a responsabilidade da empresa não termina no muro do prédio.
No lugar do templo, foi construída uma catedral →Garagem generosa para tirar o carro de cena, não para centralizá-lo: cidade de 15 minutos nascendo sozinha.
No lugar do templo, foi construída uma catedral →
Acupuntura urbana
Supermercado sem estacionamento na esquina da Praia do Canto provou: quando a cidade é boa, as pessoas escolhem caminhar.
A esquina que mudou tudo e o que ela nos ensina sobre cidades vivas →A Praia do Canto é o laboratório mais rico de acupuntura urbana de Vitória: compacta, arborizada, tudo a pé.
A esquina que mudou tudo e o que ela nos ensina sobre cidades vivas →Localização na Praia do Canto não é argumento de venda, é experiência cotidiana.
A esquina que mudou tudo e o que ela nos ensina sobre cidades vivas →O Canal de Camburi está esperando seu gatilho; a cidade já está pronta.
A esquina que mudou tudo e o que ela nos ensina sobre cidades vivas →
IririPraia do CantoJardim da PenhaUbu, Anchieta
Retrofit e Centro
O Centro nunca precisou de poesia; precisava de engenharia urbana, jurídica e financeira. O ReAC é isso.
O Centro de Vitória deixou de ser poesia →A prefeitura não vai tomar seu imóvel: fechado não é abandonado; arrecadação exige abandono verdadeiro e devido processo.
O Centro de Vitória deixou de ser poesia →Transferência do Potencial Construtivo transforma limitação urbanística em valor econômico (ZEIU 1, 100%).
O Centro de Vitória deixou de ser poesia →Preservar não é embalsamar; prédio novo não é inimigo do patrimônio, prédio ruim é.
O Centro de Vitória deixou de ser poesia →
Mobilidade
A cidade está mudando muito; o comportamento ainda não.
O que Vitória e Amsterdam têm em comum? →Urbanismo e urbanização (no sentido humano) são duas pistas do mesmo caminho.
O que Vitória e Amsterdam têm em comum? →A má educação no trânsito é democrática; o que muda é a tonelagem do dano.
O que Vitória e Amsterdam têm em comum? →Vitória tem uma janela rara de escala humana que Rio e São Paulo perderam.
O que Vitória e Amsterdam têm em comum? →
Patrimônio
O Centro nunca precisou de poesia; precisava de engenharia urbana, jurídica e financeira. O ReAC é isso.
O Centro de Vitória deixou de ser poesia →A prefeitura não vai tomar seu imóvel: fechado não é abandonado; arrecadação exige abandono verdadeiro e devido processo.
O Centro de Vitória deixou de ser poesia →Transferência do Potencial Construtivo transforma limitação urbanística em valor econômico (ZEIU 1, 100%).
O Centro de Vitória deixou de ser poesia →Preservar não é embalsamar; prédio novo não é inimigo do patrimônio, prédio ruim é.
O Centro de Vitória deixou de ser poesia →
Morar e viver
Preço é um número. Valor é uma percepção.
Preço de imóvel: quanto vale a vida que você quer viver? →Não existe imóvel ruim; existe imóvel fora de preço ou fora de contexto (assinatura do autor).
Preço de imóvel: quanto vale a vida que você quer viver? →Discutir qualidade de vida por metro quadrado, não preço por metro quadrado.
Preço de imóvel: quanto vale a vida que você quer viver? →Pior apartamento do melhor bairro > melhor apartamento do pior bairro; boa arquitetura envelhece devagar.
Preço de imóvel: quanto vale a vida que você quer viver? →
Civilidade
A cidade está mudando muito; o comportamento ainda não.
O que Vitória e Amsterdam têm em comum? →Urbanismo e urbanização (no sentido humano) são duas pistas do mesmo caminho.
O que Vitória e Amsterdam têm em comum? →A má educação no trânsito é democrática; o que muda é a tonelagem do dano.
O que Vitória e Amsterdam têm em comum? →Vitória tem uma janela rara de escala humana que Rio e São Paulo perderam.
O que Vitória e Amsterdam têm em comum? →
Referências do mundo
A cidade está mudando muito; o comportamento ainda não.
O que Vitória e Amsterdam têm em comum? →Urbanismo e urbanização (no sentido humano) são duas pistas do mesmo caminho.
O que Vitória e Amsterdam têm em comum? →A má educação no trânsito é democrática; o que muda é a tonelagem do dano.
O que Vitória e Amsterdam têm em comum? →Vitória tem uma janela rara de escala humana que Rio e São Paulo perderam.
O que Vitória e Amsterdam têm em comum? →
Espaço público
A regeneração urbana começa pelo espaço público, não pelos prédios nem por expropriação.
Ressignificar áreas degradadas: a vida volta quando o espaço público convida →Ciclo virtuoso: rua melhora, segurança sobe, comércio volta, vida retorna.
Ressignificar áreas degradadas: a vida volta quando o espaço público convida →O coração do centro histórico é o pequeno comércio; precisa de incentivo fiscal e crédito.
Ressignificar áreas degradadas: a vida volta quando o espaço público convida →Reabilitar antes de demolir; verticalização seletiva só com contrapartida de espaço público.
Ressignificar áreas degradadas: a vida volta quando o espaço público convida →
Arquitetura
A planta do imóvel brasileiro ainda carrega o século XVIII (quarto de empregada, área de serviço desproporcional); os hábitos mudaram antes da arquitetura.
A transformação da moradia no século XXI →A pandemia foi um despertar coletivo: dinheiro parado não gera alegria, imóvel bom dá usufruto diário e valor seguro.
A transformação da moradia no século XXI →Funcionalidade acima da estética; a cozinha virou o coração da casa.
A transformação da moradia no século XXI →Imóvel clone, sem alma, é o mal do mercado; moradia deve refletir quem somos.
A transformação da moradia no século XXI →





