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Vitória contada

Vitória contada pelos corretores

17 vídeos curtos gravados na rua por quem vende a cidade todo dia: Gustavo Buteri, Rodrigo Alves, Rafael Schettino, Bruno Frizzera, Julio Marques e Daniel Samaniego. Aqui eles estão por região. Cada café, bar, praça, rua e ponte que eles citam está no mapa, com a frase de cada um e o minuto do vídeo em que ela é dita.

35 lugares: 25 com o ponto no mapa (do guia de lugares do site ou do OpenStreetMap, conferidos) e 10 marcados só pelo bairro, porque o vídeo não diz onde fica. Endereço de imóvel nenhum.

Praia do Canto

A Praia do Canto, contada por Gustavo Buteri e Rodrigo Alves

Quatro vídeos na Praia do Canto, 5 lugares citados (4 no mapa, 1 só no bairro). A página da Praia do Canto

Praia do Canto1234
  1. A praia da Praia do Canto

    Praia

    “Praia do Canto ganhou esse nome porque era num canto da orla, uma enseada recuada, afastada do restante da cidade.”

    Gustavo Buteri, em “A origem do nome Praia do Canto”
  2. Rua Chapot Presvot

    Rua

    “Uma das ruas mais nobres da Praia do Canto recebeu seu sobrenome, Chapot Presvot.”

    Gustavo Buteri, em “Rua Chapot Presvot”

    “É o bairro que carrega história nas suas ruas, literalmente. Aqui, cada endereço tem um significado.”

    Gustavo Buteri, em “Rua Chapot Presvot”
  3. Avenida Saturnino de Brito

    Avenida

    “E aqui em Vitória, a avenida mais bonita da Praia do Canto tem o nome dele.”

    Gustavo Buteri, em “Av. Saturnino de Brito”

    “Ruas largas de 21 metros, avenidas de 28 e 35 metros, ventilação em todos os lotes, saneamento integrado ao projeto.”

    Gustavo Buteri, em “Av. Saturnino de Brito”
  4. Ponte Ayrton Senna

    Ponte

    “O trânsito cresceu tanto que, em 1996, foi construída a ponte Ayrton Senna.”

    Gustavo Buteri, em “Terceira Ponte”
  5. Os prédios antigos

    Prédios antigos · no mapa, só o bairro

    “Hoje eu quero falar sobre os antiguinhos da Praia do Canto. Esses prédios mudaram de status no mercado imobiliário.”

    Rodrigo Alves, em “Os prédios antigos da Praia do Canto”

    “Cômodos amplos, plantas generosas e qualidade de vida por valores mais acessíveis.”

    Rodrigo Alves, em “Os prédios antigos da Praia do Canto”

Gustavo ButeriCorretor da Häuser

A origem do nome Praia do Canto

Gustavo conta que a Praia do Canto ganhou o nome por ser um canto da orla, uma enseada recuada e afastada do resto da cidade, ali onde hoje fica o Edifício Acauã; no começo do século XX era praticamente desabitada.

“Quem comprou aqui, décadas atrás, sem saber o que viria, fez o melhor negócio da vida.”

Gustavo Buteri, aos 0:33 do vídeo
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  1. E aí, pessoal, beleza? Vocês sabiam que a praia do bairro Praia do Canto começou exatamente aqui, onde atrás de mim é o edifício Acauã? Eu vou contar pra vocês aí uma particularidade. Praia do Canto ganhou esse nome porque era num canto da orla, uma enseada recuada, afastada do restante da cidade, lá onde era o edifício Acauã. No começo do século XX, era praticamente desabitada.
  2. E vejam só, hoje é um dos endereços mais desejados da capital do Espírito Santo. E sabe o que é curioso? Quem comprou aqui, décadas atrás, sem saber o que viria, fez o melhor negócio da vida.
  3. E quem compra aqui hoje, tá fazendo também.
  4. Quer saber o que ainda faz sentido comprar aqui na Praia do Canto?
  5. Me chama no canto, sacou?
  6. Que eu te explico melhor. Te espero!

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Gustavo ButeriCorretor da Häuser

Rua Chapot Presvot

Gustavo liga dois Prevost separados por um século: o médico Eduardo Chapot Prevost, que estudou em Vitória e fez em 1900 a primeira separação bem-sucedida de gêmeas siamesas (capixabas), e o Papa Leão XIV, Robert Francis Prevost. A rua nobre da Praia do Canto já levava o sobrenome.

“A Praia do Canto não é só o bairro mais valorizado de Vitória. É o bairro que carrega história nas suas ruas, literalmente.”

Gustavo Buteri, aos 1:03 do vídeo
Ler a transcrição completa
  1. Tem o sobrenome de uma rua aqui em Vitória que o mundo inteiro acabou de conhecer. Em 1900, um médico brasileiro realizou a primeira cirurgia bem-sucedida de separação de gêmeas siamesas no mundo. As gêmeas eram capixabas. O médico se chamava Eduardo Chapot Prevost. Ele morou aqui, em Vitória, e estudou no Colégio Maria Ortiz, que fica ao lado do Palácio Anchieta, na cidade alta. Uma das ruas mais nobres da Praia do Canto recebeu seu sobrenome, Chapot Presvot.
  2. 125 anos depois, o mundo parou para ouvir o nome Prevost. Robert Francis Prevost. O novo Papa da Igreja Católica, também conhecido como Papa Leão XIV. O primeiro Papa norte-americano da história. O primeiro Papa da Ordem de Santo Agostinho. Um homem que passou décadas no Peru. Falou com os pobres, andou pelas comunidades, e chegou ao trono de São Pedro, sem que quase ninguém apostasse nele. Dois sobrenomes, duas histórias, separadas por um século. Um médico que salvou vidas com bisturi. Um Papa que quer salvar almas com a fé.
  3. Ambos descendentes de franceses, ambos com o sobrenome Prevost. E a Praia do Canto, sem saber, já tinha seu nome gravado na rua, muito antes do mundo inteiro saber pronunciá-lo.
  4. A Praia do Canto não é só o bairro mais valorizado de Vitória. É o bairro que carrega história nas suas ruas, literalmente. Aqui, cada endereço tem um significado.
  5. Quem mora ou investe aqui, sabe que esse tipo de lugar não desvaloriza. Nunca. Pensa nisso.
  6. Quer saber mais sobre imóveis na Praia do Canto? Me chama. Aqui a conversa é direta e sem enrolação. Te espero, tá? Até mais.

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Gustavo ButeriCorretor da Häuser

Av. Saturnino de Brito

Gustavo conta a história do engenheiro sanitarista Saturnino de Brito, que chegou a Vitória em 1895 a convite do governador Muniz Freire e desenhou do zero o Novo Arrabalde (1896): ruas de 21 metros, avenidas de 28 e 35, ventilação em todos os lotes e saneamento no projeto. A avenida mais bonita da Praia do Canto tem o nome dele.

“Bairros que foram planejados assim, com visão, com estratégia, com inteligência, com técnica, não envelhecem nunca.”

Gustavo Buteri, aos 1:18 do vídeo
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  1. Essa avenida atrás de mim, que você usa todo dia, foi desenhada por um homem que nunca morou em Vitória. Era 1895. Vitória era uma cidade pequena, apertada, espremida nos morros do centro. Não tinha espaço pra crescer. Mas o governador da época, o Muniz Freire, tinha um sonho, que era expandir a capital pro leste da ilha. Mas pra isso ele precisava de um gênio.
  2. Eis que surge Francisco Saturnino Rodrigues de Brito, engenheiro, sanitarista, visionário. Nascido em Campos dos Goytacazes em 1864 e formado pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro.
  3. Em 1895, chegou a Vitória com a prancheta, uma bússola e uma ideia radical: construir um bairro do zero. Ruas largas de 21 metros, avenidas de 28 e 35 metros, ventilação em todos os lotes, saneamento integrado ao projeto. Um bairro feito pra ser saudável. E em 1896, o projeto Novo Arrabalde estava pronto.
  4. Saturnino de Brito não projetou só Vitória. Ele trabalhou em mais de 53 cidades brasileiras: Santos, Natal, Recife, Pelotas,
  5. Petrópolis, enfim, um monte de lugar. Recebeu a Legião de Honra da França. Uma revista de Paris escreveu sobre ele.
  6. "Higienista incomparável que deu ao mundo lições e exemplos magníficos." Morreu em 1929. Patrono da engenharia sanitária brasileira.
  7. E aqui em Vitória, a avenida mais bonita da Praia do Canto tem o nome dele.
  8. Bairros que foram planejados assim, com visão, com estratégia, com inteligência, com técnica, não envelhecem nunca.
  9. A Praia do Canto é o bairro mais valorizado há décadas e não é à toa. É pelo conjunto de fatores. Literalmente.
  10. Meu nome é Gustavo Buteri e eu sou corretor de imóveis. Se você procura um imóvel para morar aqui na Praia do Canto,
  11. entre em contato comigo.
  12. Me chama. Aqui o papo é direto, reto e sem enrolação. Ok? Te espero!
  13. Tchau!

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Rodrigo AlvesCorretor da Häuser

Os prédios antigos da Praia do Canto

Rodrigo explica por que os "antiguinhos" da Praia do Canto mudaram de status: depois da pandemia os lançamentos voltaram em altíssimo padrão, a até R$ 30 mil o m², e o home office fez as famílias valorizarem espaço — exatamente o que os prédios antigos têm, por valores mais acessíveis.

“É justamente aí que os imóveis mais antigos se destacam: cômodos amplos, plantas generosas e qualidade de vida por valores mais acessíveis.”

Rodrigo Alves, aos 0:24 do vídeo
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  1. Hoje eu quero falar sobre os antiguinhos da Praia do Canto. Esses prédios mudaram de status no mercado imobiliário. Durante a pandemia, as construtoras pararam os lançamentos e, quando voltaram, trouxeram projetos de altíssimo padrão, com até quatro suítes ou estúdios e valores que chegam a 30 mil reais o metro quadrado.
  2. Ao mesmo tempo, com o home office, as famílias passaram a valorizar ainda mais o conforto e o espaço dentro de casa. E é justamente aí que os imóveis mais antigos se destacam.
  3. Cômodos amplos, plantas generosas e qualidade de vida por valores mais acessíveis.
  4. Eu mesmo vendi recentemente nesse edifício aí e fiquei impressionado com a demanda.
  5. Se você tem um imóvel nesse perfil, entre em contato comigo. Vamos avaliar juntos o seu apartamento e mostrar a força que ele tem no mercado.

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Enseada do Suá

A Enseada do Suá, contada por Gustavo Buteri e Rafael Schettino

Dois vídeos na Enseada do Suá, 5 lugares citados (4 no mapa, 1 só no bairro). A página da Enseada do Suá

Enseada do Suá1234
  1. Terceira Ponte

    Ponte

    “Você sabia que a terceira ponte foi inaugurada quatro vezes? Levou 11 anos pra ficar pronta.”

    Gustavo Buteri, em “Terceira Ponte”

    “Com a ponte, a Praia do Canto passou a ser porta de entrada.”

    Gustavo Buteri, em “Terceira Ponte”
  2. Curva da Jurema

    Praia

    “A gente trabalha igual paulista, a gente tem a paisagem igual carioca, e a gente tá usufruindo igual baiano, cara.”

    Rafael Schettino, em “Curva da Jurema, de frente para o mar”
  3. Mangalô Café

    Café

    “Olha só, a gente tá aqui no Mangalô, na Curva da Jurema, de frente pro mar.”

    Rafael Schettino, em “Curva da Jurema, de frente para o mar”
  4. Clericot Café

    Café

    “E ainda tendo Clericot, tendo Mangalô… como seu quintal, esquece. Só vem.”

    Rafael Schettino, em “Curva da Jurema, de frente para o mar”
  5. Kiosque Alemão

    Restaurante · no mapa, só o bairro

    “E o almoço no Alemão, exatamente.”

    Rafael Schettino, em “Curva da Jurema, de frente para o mar”

Gustavo ButeriCorretor da Häuser

Terceira Ponte

Gustavo conta os 11 anos de obra da Terceira Ponte (1978–1989), os apelidos que o povo deu (Ponte do Gato, do Pato e Epilética), a mudança de projeto e o efeito na Praia do Canto, que virou porta de entrada de quem vem de Vila Velha e do sul do estado; depois veio a ponte Ayrton Senna, para Jardim da Penha.

“A Praia do Canto não cresceu apesar da Terceira Ponte. Ela cresceu por causa dela.”

Gustavo Buteri, aos 1:05 do vídeo
Ler a transcrição completa
  1. Você sabia que a terceira ponte foi inaugurada quatro vezes? Levou 11 anos pra ficar pronta. E ela foi chamada pelo povo de Vitória de Gato, Pato e Epilética.
  2. As obras começaram em 1978 e pararam por falta de verba. Recomeçaram em 1984. O projeto mudou no meio, porque a saída original seria na Avenida Champagnat, em Vila Velha.
  3. Mas aí resolveram prolongar, curvar, subir de novo. E aí vieram os apelidos: Ponte do Gato, nunca entrava na água.
  4. Ponte do Pato, nunca mais saía da água. E Ponte Epilética, travava nos acessos.
  5. 11 anos de chacota. Então, em 1989, finalmente abriu.
  6. Então, o que aconteceu com a Praia do Canto? Antes da terceira ponte, ir da Praia do Canto pra Praia da Costa, em Vila Velha, era uma viagem.
  7. Com a ponte, a Praia do Canto passou a ser porta de entrada. Então, quem vem de Vila Velha ou do sul do estado, passa obrigatoriamente por aqui.
  8. Agora, pera aí que eu preciso continuar essa história em outro lugar.
  9. Ah, cheguei! O trânsito cresceu tanto que, em 1996, foi construída a ponte Ayrton Senna.
  10. Exatamente, nós estamos aqui, pra desafogar o acesso. A ponte Ayrton Senna é uma ponte que liga a Praia do Canto à Jardim da Penha.
  11. Então, a Praia do Canto não cresceu apesar da terceira ponte. Ela cresceu por causa dela.
  12. Beleza? Vamos voltar pra lá.
  13. É, voltei! Hoje, a ponte não tem mais pedágio, tem ciclovia, passam em média 58 mil veículos por dia e os imóveis ao entorno da Praia do Canto lideram o ranking de valorização de Vitória.
  14. E isso tudo aqui não é coincidência, é infraestrutura. Eu me chamo Gustavo Buteri e estou aqui pra ajudar a achar o imóvel dos seus sonhos.
  15. Me chama no direct que a gente bate um papo sem compromisso, sem enrolação.
  16. Te espero!

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Rafael SchettinoCorretor da Häuser

Curva da Jurema, de frente para o mar

Na areia da Curva da Jurema, no Mangalô, Rafael (campista, "carioca" para os capixabas) brinca que em Vitória se trabalha como paulista, se tem paisagem de carioca e se aproveita como baiano, e vende a ideia do garden duplex com cara de casa, de frente para o mar, com Clericot, Mangalô e o Alemão por perto.

“A gente trabalha igual paulista, a gente tem a paisagem igual carioca e a gente tá usufruindo igual baiano.”

Rafael Schettino, aos 0:20 do vídeo
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  1. Rapaz, eu sou campista, como todos sabem, mas os capixabas chamam a gente de carioca, né? Então, vamos generalizar. Carioca, quando chega no Espírito Santo, chega todo marrento, subestimando, mas tem que morar aqui pra você ver, cara. Olha só, a gente tá aqui no Mangalô, na Curva da Jurema, de frente pro mar. Cara, a gente trabalha igual paulista, a gente tem a paisagem igual carioca, e a gente tá usufruindo igual baiano, cara.
  2. Isso aqui é muito bom, cara. Não perde nada pra Bahia. E se você quiser ter um garden duplex, praticamente uma casa, com resort, no coração de Vitória, com essa beleza, e ainda tendo Clericot, tendo Mangalô… como seu quintal, esquece. Só vem. E o almoço no Alemão, exatamente. Fora as práticas esportivas. Sei não, tô pensando em ficar aqui, hein? Acho que eu não volto mais, não.

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Bento Ferreira

Bento Ferreira, contada por Rafael Schettino

Um vídeo em Bento Ferreira, 3 lugares citados (2 no mapa, 1 só no bairro). A página de Bento Ferreira

Bento Ferreira12
  1. Praça Prefeito Oswaldo Guimarães

    Praça

    “A gente tá aqui na pracinha Prefeito Oswaldo Guimarães, e é onde tudo acontece, é onde o coração do bairro.”

    Rafael Schettino, em “Bento Ferreira é a nova Praia do Canto”

    “Aí você tem as barraquinhas de pastel, caldo de cana, tem a barraca do meu amigo Henrique.”

    Rafael Schettino, em “Bento Ferreira é a nova Praia do Canto”
  2. Rua Fábio Ruschi

    Rua

    “Você entra aqui na Francisco Rubim, depois a Fábio Ruschi, você tá na Monte Líbano, tem farmácia, você tem cafeteria, você tem escola.”

    Rafael Schettino, em “Bento Ferreira é a nova Praia do Canto”
  3. As escolas do bairro

    Escolas · no mapa, só o bairro

    “Você tem a Maple Bear, Escola São Domingos, e uma novidade, a FAESA, o Colégio FAESA vai se instalar aqui em Bento Ferreira também.”

    Rafael Schettino, em “Bento Ferreira é a nova Praia do Canto”

Rafael SchettinoCorretor da Häuser

Bento Ferreira é a nova Praia do Canto

Rafael defende que Bento Ferreira é a Praia do Canto de 30 anos atrás: a praça como coração do bairro, feira com pastel e caldo de cana, padaria, farmácia, cafeteria, as principais escolas (Escola Americana, Maple Bear, São Domingos) e a chegada do Colégio FAESA.

“Se você conversar com qualquer morador antigo da Praia do Canto, ele vai falar que Bento Ferreira é Praia do Canto 30 anos atrás.”

Rafael Schettino, logo no começo do vídeo
Ler a transcrição completa
  1. Bento Ferreira é a nova Praia do Canto. Se você conversar com qualquer morador antigo da Praia do Canto, ele vai falar que Bento Ferreira é Praia do Canto 30 anos atrás.
  2. A gente tá aqui na pracinha Prefeito Oswaldo Guimarães, e é onde tudo acontece, é onde o coração do bairro, porque de manhã você tá vendo aí, ó, pessoas passeando com os cães, com as crianças,
  3. e do outro lado tem a pracinha que tem os brinquedos, equipamentos públicos, aí você tem as barraquinhas de pastel, caldo de cana, tem a barraca do meu amigo Henrique.
  4. Ali tem de tudo, tudo que é da roça tem lá, cara. Você entra aqui na Francisco Rubim, depois a Fábio Ruschi, você tá na Monte Líbano, tem farmácia, você tem cafeteria, você tem escola.
  5. As principais escolas estão aqui em Bento Ferreira. Escola americana ou América?
  6. Você me pegou. Acho que é América.
  7. América, né? América.
  8. Você tem a Maple Bear, Escola São Domingos, e uma novidade, a FAESA, o Colégio FAESA vai se instalar aqui em Bento Ferreira também.
  9. Academia, você tem academia aqui atrás…
  10. Vem pra Bento Ferreira, aqui é a nova praia do canto.

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Centro

O Centro, contado por Rodrigo Alves e Gustavo Buteri

Um vídeo no Centro, 6 lugares citados (4 no mapa, 2 só no bairro). A página do Centro

  1. Simpático Café, na Praça Getúlio Vargas

    Café

    “Dá pra fazer um verdadeiro circuito, começando por esse aí, na Praça Getúlio Vargas, que é o Simpático Café.”

    Rodrigo Alves, em “Os cafés do Centro de Vitória”
  2. Villa Moscoso, em frente ao Parque Moscoso

    Café

    “O Villa Moscoso fica em frente ao Parque Moscoso, também serve almoço executivo. Muito bom e fica de frente pro parque, né?”

    Rodrigo Alves, em “Os cafés do Centro de Vitória”
  3. Café & Bar Santos

    Café

    “Agora, o pai de todos eles é o clássico Café e Bar Santos, com mais de 100 anos de história no Centro de Vitória.”

    Rodrigo Alves, em “Os cafés do Centro de Vitória”
  4. Colégio Maria Ortiz, ao lado do Palácio Anchieta

    Colégio histórico

    “Ele morou aqui, em Vitória, e estudou no Colégio Maria Ortiz, que fica ao lado do Palácio Anchieta, na cidade alta.”

    Gustavo Buteri, em “Rua Chapot Presvot”
  5. Expresso Everest

    Café · no mapa, só o bairro

    “O Expresso Everest fica na Rua Gonçalves Dias, pertinho da Princesa Isabel. Esse é pra quem é faixa preta de café.”

    Rodrigo Alves, em “Os cafés do Centro de Vitória”
  6. Ama Café

    Café · no mapa, só o bairro

    “O Ama Café é perto do Glória e além dos cafés muito bons, tem uma seleção de tortas e salgados que, olha, é de tirar o chapéu.”

    Rodrigo Alves, em “Os cafés do Centro de Vitória”

Rodrigo AlvesCorretor da Häuser

Os cafés do Centro de Vitória

Rodrigo monta um circuito de cafés no Centro: Simpático Café (Praça Getúlio Vargas), Expresso Everest (Rua Gonçalves Dias), Ama Café (perto do Glória), Villa Moscoso (em frente ao Parque Moscoso) e o "pai de todos", o Café & Bar Santos, com mais de 100 anos e a clássica canoinha.

“Agora, o pai de todos eles é o clássico Café e Bar Santos, com mais de 100 anos de história no Centro de Vitória.”

Rodrigo Alves, aos 0:46 do vídeo
Ler a transcrição completa
  1. Você conhece os cafés do Centro de Vitória? Dá pra fazer um verdadeiro circuito, começando por esse aí, na Praça Getúlio Vargas, que é o Simpático Café, excelente e também serve almoço executivo muito bom.
  2. O Expresso Everest fica na Rua Gonçalves Dias, pertinho da Princesa Isabel. Esse é pra quem é faixa preta de café, tem uma seleção de cafés maravilhosos, coados, expressos e você pode comer acompanhando um pãozinho de fermentação natural, sensacional.
  3. O Ama Café é perto do Glória e além dos cafés muito bons, tem uma seleção de tortas e salgados que, olha, é de tirar o chapéu.
  4. O Villa Moscoso fica em frente ao Parque Moscoso, também serve almoço executivo. Muito bom e fica de frente pro parque, né?
  5. Agora, o pai de todos eles é o clássico Café e Bar Santos, com mais de 100 anos de história no Centro de Vitória.
  6. Esse vale a visita pelo clima americano e pela clássica canoinha.

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Jardim da Penha

Jardim da Penha, contada por Bruno Frizzera, Julio Marques e Daniel Samaniego

Sete vídeos em Jardim da Penha, 12 lugares citados (7 no mapa, 5 só no bairro). A página de Jardim da Penha

  1. Bar Cavalo de Troia

    Bar

    “Uma das principais características de Jardim da Penha são os bares e botecos existentes há décadas na região.”

    Julio Marques, em “Os bares e botecos de Jardim da Penha”
  2. Bar do Pezão

    Bar

    “Cavalo de Troia, Bar do Calipe, o Bar do Pezão, o Resenha e aquele que é considerado patrimônio histórico de Jardim da Penha: o Bar dos Coroas.”

    Julio Marques, em “Os bares e botecos de Jardim da Penha”
  3. Praça do Epa (hoje, Praça do BH)

    Praça

    “E aqui estamos, na Praça do Epa. Ou agora a Praça do BH, ou para os mais antigos a Praça do Boa Praça, ou até mesmo Ferreirinha.”

    Julio Marques, em “As praças e rotatórias de Jardim da Penha”

    “Aqui é o coração de Jardim da Penha, o comércio aqui tem de tudo.”

    Julio Marques, em “Rua Comissário Otávio de Queiroz”

    “Aqui ao lado da Banca do Estudante acontecem as feiras todos os sábados.”

    Julio Marques, em “Rua Comissário Otávio de Queiroz”
  4. Rua Comissário Otávio de Queiroz

    Rua

    “Vamos explorar a Rua Comissário Otávio de Queiroz, que inicia aqui, ao lado do Clube dos Oficiais.”

    Julio Marques, em “Rua Comissário Otávio de Queiroz”

    “Já nas primeiras quadras, nós temos um comércio vibrante, com posto de gasolina, padaria Monte Líbano.”

    Julio Marques, em “Rua Comissário Otávio de Queiroz”
  5. Praça Wolghano Netto (Praça do Carone)

    Praça

    “Agora estou na Praça Wolghano Netto, para os íntimos Praça do Carone.”

    Julio Marques, em “Rua Comissário Otávio de Queiroz”

    “Aqui você conecta a UFES, a Rua da Lama, é um ponto crucial para os estudantes devido a proximidade com a Universidade.”

    Julio Marques, em “Rua Comissário Otávio de Queiroz”
  6. Rua da Lama

    Rua

    “Aqui você conecta a UFES, a Rua da Lama, é um ponto crucial para os estudantes devido a proximidade com a Universidade.”

    Julio Marques, em “Rua Comissário Otávio de Queiroz”
  7. UFES

    Universidade

    “E por fim, a rua termina aqui, em frente à UFES.”

    Julio Marques, em “Rua Comissário Otávio de Queiroz”
  8. Bar dos Coroas

    Bar · no mapa, só o bairro

    “Esse lugar é o Bar dos Coroas, um ponto onde muita gente começou amizades, comemorou momentos importantes e viu o bairro crescer ao longo dos anos.”

    Bruno Frizzera, em “Bar dos Coroas”

    “O Bar dos Coroas é o reduto da velha guarda de Jardim da Penha e para os botequeiros e botequeiras de todas as idades.”

    Julio Marques, em “Os bares e botecos de Jardim da Penha”
  9. Bar do Calipe

    Bar · no mapa, só o bairro

    “Cavalo de Troia, Bar do Calipe, o Bar do Pezão, o Resenha e aquele que é considerado patrimônio histórico de Jardim da Penha: o Bar dos Coroas.”

    Julio Marques, em “Os bares e botecos de Jardim da Penha”
  10. As sete praças e as rotatórias

    Praças · no mapa, só o bairro

    “Inspirado na arquitetura de Belo Horizonte e com sete praças no total, esses espaços foram criados para criar um senso de comunidade e interação entre os moradores.”

    Julio Marques, em “As praças e rotatórias de Jardim da Penha”

    “Mas acabaram virando um verdadeiro labirinto para quem não conhece o bairro.”

    Julio Marques, em “As praças e rotatórias de Jardim da Penha”
  11. Os conjuntos habitacionais

    História do bairro · no mapa, só o bairro

    “Na década de 60, houve a necessidade de criar os conjuntos habitacionais aqui de Jardim da Penha.”

    Julio Marques, em “Os conjuntos habitacionais de Jardim da Penha”

    “Esses edifícios, além de estarem nas melhores localizações do bairro, ainda são acessíveis e cabem no bolso de todo mundo.”

    Julio Marques, em “Os conjuntos habitacionais de Jardim da Penha”
  12. O traçado do bairro

    Urbanismo · no mapa, só o bairro

    “Aqui você encontra ruas largas, muito verde, comércio forte e aquela sensação de bairro completo, onde dá pra resolver tudo caminhando.”

    Daniel Samaniego, em “Por que Jardim da Penha é especial”

    “Os prédios têm limite de até 5 pavimentos, isso garante mais conforto, menos adensamento e um clima residencial raro de se ver na capital.”

    Daniel Samaniego, em “Por que Jardim da Penha é especial”

Bruno FrizzeraCorretor da Häuser

Bar dos Coroas

Bruno apresenta o Bar dos Coroas como o bar mais antigo em funcionamento na Grande Vitória e usa o bar para dizer o que é morar em Jardim da Penha: conexão, rotina e memória que atravessam gerações.

“Jardim da Penha não é só localização, é conexão, é rotina, é memória.”

Bruno Frizzera, aos 0:24 do vídeo
Ler a transcrição completa
  1. Tem lugares que não são só um bar, faz parte da história do bairro. E esse é o Bar dos Coroas, o bar mais antigo em funcionamento na Grande Vitória, operando desde 1968.
  2. E aqui em Jardim da Penha, esse lugar é o Bar dos Coroas, um ponto onde muita gente começou amizades, comemorou momentos importantes e viu o bairro crescer ao longo dos anos.
  3. Jardim da Penha, é aquele tipo de lugar que atravessa gerações e continua cheio de vida. E isso diz muito sobre o que é morar aqui.
  4. Porque Jardim da Penha não é só localização, é conexão, é rotina, é memória.
  5. Eu sou o Bruno Frizzera, corretor de imóveis dessa região, e é exatamente isso que eu gosto de mostrar.
  6. Se você já viveu algum momento aqui, deixe nos comentários, porque lugar assim não se explica, se vive!

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Julio MarquesCorretor da Häuser

Os bares e botecos de Jardim da Penha

No "Vem com Júlio", Julio percorre os bares e botecos antigos de Jardim da Penha (Cavalo de Troia, Bar do Calipe, Bar do Pezão, Resenha) e chega ao Bar dos Coroas, que ele chama de patrimônio histórico do bairro e reduto da velha guarda.

“Aquele que é considerado patrimônio histórico de Jardim da Penha: o Bar dos Coroas.”

Julio Marques, aos 0:25 do vídeo
Ler a transcrição completa
  1. Uma das principais características de Jardim da Penha são os bares e botecos existentes há décadas na região.
  2. No "Vem com Júlio" de hoje vamos falar desses locais que são parte viva do bairro.
  3. Cavalo de Troia, Bar do Calipe, o Bar do Pezão, o Resenha e aquele que é considerado patrimônio
  4. histórico de Jardim da Penha: o Bar dos Coroas.
  5. Em funcionamento desde 1973, o Bar dos Coroas é o reduto da velha guarda de Jardim da Penha
  6. e para os botequeiros e botequeiras de todas as idades.
  7. Pois, afinal, quem não gosta de beber uma cervejinha num happy hour depois do trabalho?
  8. Ou comer um petisco no sábado à tarde?
  9. E me conta aqui, qual é a história de algum bar ou boteco que você tem aqui em Jardim da Penha?

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Julio MarquesCorretor da Häuser

As praças e rotatórias de Jardim da Penha

Julio explica por que tanta gente se perde em Jardim da Penha: são sete praças e várias rotatórias, inspiradas na arquitetura de Belo Horizonte, feitas para aproximar os moradores. A principal referência é a praça do supermercado, que cada geração chama por um nome.

“Tá perdido? Pede para encontrar aqui na Praça do Epa, que todo mundo sabe.”

Julio Marques, aos 1:00 do vídeo
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  1. Já ficou perdido em Jardim da Penha?
  2. Se a resposta for sim, parabéns, você não está sozinho. No Vem com Júlio de hoje vamos falar das temidas, das famosas e complicadas pracinhas e rotatórias de Jardim da Penha.
  3. Pois afinal, quem nunca ficou perdido por aqui em uma entrada, em uma praça, né?
  4. Inspirado na arquitetura de Belo Horizonte e com sete praças no total, esses espaços foram criados para criar um senso de comunidade e interação entre os moradores aqui em Jardim da Penha.
  5. Mas acabaram virando um verdadeiro labirinto para quem não conhece o bairro.
  6. E aqui estamos, na Praça do Epa. Ou agora a Praça do BH, ou para os mais antigos a Praça do Boa Praça, ou até mesmo Ferreirinha.
  7. Aqui é o principal ponto de referência do bairro.
  8. Tá perdido? Pede para encontrar aqui na Praça do Epa que todo mundo sabe.
  9. E se precisar de alguma coisa, pode contar que aqui tem de tudo.
  10. E outra, tá perdido em Jardim da Penha? Manda o SOS no meu direct que eu vou te salvar.

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Julio MarquesCorretor da Häuser

Rua Comissário Otávio de Queiroz

Julio anda a Rua Comissário Otávio de Queiroz de ponta a ponta: começa ao lado do Clube dos Oficiais, passa pelo comércio (posto, Padaria Monte Líbano), atravessa a praça do supermercado, a feira de sábado ao lado da Banca do Estudante, a Praça do Carone e termina em frente à UFES.

“Aqui é o coração de Jardim da Penha, o comércio aqui tem de tudo.”

Julio Marques, aos 0:33 do vídeo
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  1. No Vem com Júlio de hoje, vamos explorar a Rua Comissário Otávio de Queiroz, que inicia aqui, ao lado do Clube dos Oficiais.
  2. Já nas primeiras quadras, nós temos um comércio vibrante, com posto de gasolina, padaria Monte Líbano.
  3. A rua atravessa a praça do supermercado Epa, agora o supermercado BH.
  4. Aqui é o coração de Jardim da Penha, o comércio aqui tem de tudo.
  5. Ah, e outra coisa, aqui ao lado da Banca do Estudante acontecem as feiras todos os sábados.
  6. Agora estou na Praça Wolghano Netto, para os íntimos Praça do Carone.
  7. Aqui você conecta a UFES, a Rua da Lama, é um ponto crucial para os estudantes devido a proximidade com a Universidade.
  8. E por fim, a rua termina aqui, em frente à UFES.
  9. Me conta aí, qual parte você mais gosta da Rua Comissário Otávio de Queiroz?
  10. Deixe aqui nos comentários.

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Julio MarquesCorretor da Häuser

Rua João Nunes Coelho e a Associação Nikkei

Julio mostra a Rua João Nunes Coelho, tranquila e arborizada, com prédios que têm acesso direto à Pedra da Cebola, e a Associação Nikkei, que ele chama de coração da cultura japonesa em Vitória.

“O coração da cultura japonesa em Vitória.”

Julio Marques, logo no começo do vídeo
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  1. O coração da cultura japonesa em Vitória. Isso mesmo, hoje estou aqui na rua João Nunes Coelho, uma rua tranquila, repleta de história e tradição, uma pracinha arborizada e ainda aqui alguns prédios possuem acesso exclusivo para Pedra da Cebola.
  2. A associação Nikkei é um dos símbolos da cultura japonesa em Vitória. Desde a criação do Sunday Club em 1981, da fundação da associação em 1984 e da inauguração da sede em 1994, a associação Nikkei traz cultura e tradição para a nossa capital.
  3. Gostou de conhecer esse pedacinho especial de Vitória? Entra em contato comigo que eu tenho alguns imóveis aqui para você.

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Julio MarquesCorretor da Häuser

Os conjuntos habitacionais de Jardim da Penha

Julio conta a segunda etapa da expansão de Jardim da Penha: com Vale e CST, Vitória cresceu para o norte e, na década de 1960, vieram os conjuntos habitacionais, ainda hoje bem localizados, perto das praças e com preço mais acessível.

“Esses edifícios, além de estarem nas melhores localizações do bairro, ainda são acessíveis e cabem no bolso de todo mundo.”

Julio Marques, aos 0:33 do vídeo
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  1. No Vem com Júlio de hoje, vamos falar da segunda etapa de expansão de Jardim da Penha. Bora?
  2. Com a expansão populacional de Vitória, as estatais como a Vale do Rio Doce e a CST, a população começou a habitar a parte norte e a parte continental da cidade.
  3. Na década de 60, houve a necessidade de criar os conjuntos habitacionais aqui de Jardim da Penha.
  4. Esses conjuntos fazem parte da característica do bairro, localizado estrategicamente na região central,
  5. garantindo uma interação de comunidade devido às praças como um dos principais pontos de convivência entre os moradores.
  6. Esses edifícios, além de estarem nas melhores localizações do bairro, ainda são acessíveis e cabem no bolso de todo mundo.
  7. Que maravilha, não é mesmo?
  8. Então, se você tem interesse em um desses empreendimentos, me manda uma mensagem que eu tenho o ideal pra você.

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Daniel SamaniegoCorretor da Häuser

Por que Jardim da Penha é especial

Daniel resume Jardim da Penha: bairro planejado por Creso Euclides, inspirado em Paris, com ruas largas, verde, comércio forte e tudo a pé; e um detalhe que muda tudo, o limite de cinco pavimentos para os prédios.

“Os prédios têm limite de até 5 pavimentos: isso garante mais conforto, menos adensamento e um clima residencial raro de se ver na capital.”

Daniel Samaniego, aos 0:16 do vídeo
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  1. Hoje eu vim mostrar pra você por que Jardim da Penha é um bairro tão especial.
  2. Planejado por Creso Euclides, inspirado em Paris, ele combina tradição e modernidade de um jeito único em Vitória.
  3. Aqui você encontra ruas largas, muito verde, comércio forte e aquela sensação de bairro completo, onde dá pra resolver tudo caminhando.
  4. E tem um detalhe que faz toda a diferença: os prédios têm limite de até 5 pavimentos, isso garante mais conforto, menos adensamento e um clima residencial raro de se ver na capital.
  5. Se você busca qualidade de vida, praticidade e um endereço valorizado, Jardim da Penha é a escolha certa.
  6. E melhor, temos oportunidades incríveis disponíveis aqui.
  7. Quer conhecer? Me chama no WhatsApp que eu te mostro pessoalmente.

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Mata da Praia

A Mata da Praia, contada por Gustavo Buteri e Julio Marques

Um vídeo na Mata da Praia, 3 lugares citados. A página da Mata da Praia

Mata da Praia123
  1. Rua João Nunes Coelho

    Rua

    “O coração da cultura japonesa em Vitória. Isso mesmo, hoje estou aqui na rua João Nunes Coelho, uma rua tranquila, repleta de história e tradição.”

    Julio Marques, em “Rua João Nunes Coelho e a Associação Nikkei”
  2. Associação Nikkei de Vitória

    Associação cultural

    “A associação Nikkei é um dos símbolos da cultura japonesa em Vitória.”

    Julio Marques, em “Rua João Nunes Coelho e a Associação Nikkei”
  3. Parque Pedra da Cebola

    Parque

    “O Parque Pedra da Cebola foi salvo por um avião, uma mineradora e um homem que ninguém conhece.”

    Gustavo Buteri, em “Parque Pedra da Cebola”

    “Ele só pediu uma coisa: esperem a primeira chuva. Então a chuva veio e o lago encheu e, em mais de 25 anos, nunca secou.”

    Gustavo Buteri, em “Parque Pedra da Cebola”

    “A área tem tombamento definitivo desde 1990. Nunca vai ser construída, por história e por lei.”

    Gustavo Buteri, em “Parque Pedra da Cebola”

Gustavo ButeriCorretor da Häuser

Parque Pedra da Cebola

Gustavo conta como o Parque Pedra da Cebola escapou de virar brita e depois prédios: um trabalhador mandou parar o corte da pedra, a Infraero vetou 102 lotes no cone de aproximação do aeroporto e, em 1997, um lago cavado num brejo encheu com a primeira chuva e nunca mais secou.

“Quem mora no entorno do parque mora ao lado de verde permanente. E verde permanente tem valor permanente.”

Gustavo Buteri, aos 1:25 do vídeo
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  1. O Parque Pedra da Cebola foi salvo por um avião, uma mineradora e um homem que ninguém conhece.
  2. Essa história você não vai encontrar em lugar nenhum.
  3. Em 1967, a Vale do Rio Doce compra essa área aqui enorme em Goiabeiras com uma única finalidade, que era explorar a pedreira para a construção do Porto de Tubarão.
  4. Então a Pedra da Cebola era matéria-prima pura. E aí começaram a cortar pedra. E foi um dos trabalhadores da exploração que mandou parar tudo, por conta própria.
  5. Sem lei, sem projeto, só amor por essa pedra. Ele viu isso aqui e falou: "Não, para. Isso aqui tem que ficar".
  6. Anos 80. Pedreira desativada, área completamente abandonada. Desova de cadáveres, esconderijo de bandido, uso de drogas, degradação total.
  7. Então a Vale do Rio Doce faz uma proposta à Prefeitura Municipal de Vitória, que era o seguinte: 102 lotes residenciais com prédios de 4 andares para os associados da fundação deles, a Valia.
  8. Estava tudo pronto, mas aí veio o veto. E não foi protesto ambiental, não. Foi a Infraero. Os prédios estariam no cone de aproximação do aeroporto de Vitória. Um risco terrível para as aeronaves.
  9. Então o projeto foi arquivado. E a burocracia, sem querer, salvou o parque. Em 1997, a Prefeitura mandou dois tratores de esteira para uma
  10. pedreira abandonada e sem projeto de infraestrutura nenhuma. O geógrafo responsável, na época, viu um brejo no canto e mandou escavar. Os técnicos disseram que era impossível, pois não havia nascente.
  11. Ele só pediu uma coisa: esperem a primeira chuva. Então a chuva veio e o lago encheu e, em mais de 25 anos, nunca secou.
  12. A área tem tombamento definitivo desde 1990. Nunca vai ser construída, por história e por lei. E quem mora no entorno do parque, mora ao lado de verde permanente.
  13. E verde permanente tem valor permanente. Se você gostaria de morar aqui na região do Parque Pedra da Cebola, entre em contato comigo. Eu tenho várias opções que podem ajudar você e sua família a realizar seu sonho.

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

Jardim Camburi

Jardim Camburi, contada por Julio Marques

Um vídeo em Jardim Camburi, 1 lugar citado. A página de Jardim Camburi

Jardim Camburi1
  1. Calçadão de Camburi

    Orla

    “Hoje eu estou aqui em um dos locais onde os capixabas mais praticam atividade física: o Calçadão de Camburi.”

    Julio Marques, em “Calçadão de Camburi”

    “Com cerca de seis quilômetros de extensão, cortando três bairros da capital, este local é palco para diversas atividades esportivas.”

    Julio Marques, em “Calçadão de Camburi”

Julio MarquesCorretor da Häuser

Calçadão de Camburi

Julio apresenta o Calçadão de Camburi, cerca de seis quilômetros de orla cortando três bairros, como o lugar onde os capixabas mais praticam esporte: ciclovia, quadras de beach tênis e futebol, pista de skate e canoa havaiana.

“O Calçadão de Camburi proporciona bem-estar e qualidade de vida.”

Julio Marques, aos 0:43 do vídeo
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  1. Você sabia que Vitória é considerada a capital nacional da atividade física? Isso mesmo! Hoje eu estou aqui em um dos locais onde os capixabas mais praticam atividade física: o Calçadão de Camburi.
  2. Com cerca de seis quilômetros de extensão, cortando três bairros da capital, este local é palco para diversas atividades esportivas.
  3. A ciclovia é perfeita para o ciclista de todas as idades, garantindo segurança e uma vista espetacular para o mar.
  4. As quadras esportivas ao longo da orla são ideais para atividades de beach tênis, futebol, pista de skate, canoa havaiana e muito mais.
  5. Demais, não é mesmo? O Calçadão de Camburi proporciona bem-estar e qualidade de vida.
  6. Me fala aí, você também frequenta esse calçadão? E não esqueça: se tiver precisando de um apartamento aqui próximo, é só me procurar.

Transcrição do áudio, revista por nós. Nomes de ruas e lugares conferidos.

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